Empresa suspende coleta de entulhos após trabalhadores serem mantidos reféns na Grande Belém


Segundo a empresa Ciclus Amazônia, a medida visa cobrar autoridades a buscar uma solução que garanta a segurança dos trabalhadores e da operação. Caminhões da empresa Ciclus Amazônia que começam a operar em Belém.
Reprodução / Agência Belém
A Ciclus Amazônia suspendeu, nesta quarta-feira(26), a coleta de entulhos em Belém após 22 trabalhadores serem mantidos reféns na tarde da terça-feira (25), no lixão do Aurá, em Ananindeua, região metropolitana da capital.
Segundo a empresa de coleta de lixo, a medida visa cobrar autoridades a buscar uma solução que garanta a segurança dos trabalhadores e da operação.
A Ciclus Amazônia ainda informou que o serviço de solicitação de coleta de entulho programada via Canal de Atendimento ao Cidadão no Whatsapp também está suspenso, temporariamente. Porém, a coleta de resíduos domiciliar, capinação, rodagem, raspagem, pintura, varrição, lavagem, limpeza e lavagem de feiras e mercados, segue normalmente, conforme o cronograma de coleta por localidade.
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Na tarde de ontem, 22 trabalhadores da empresa foram mantidos reféns no lixão do Aurá, em Ananindeua. Uma das vítimas chegou a ficar hospitalizada, mas já recebeu alta.
A empresa relatou que trabalhadores sofreram agressões físicas e psicológicas e tiveram seus pertences pessoais roubados.
Em nota, a Polícia Civil informou “que o caso é investigado pela Divisão de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRCO). As vítimas estão sendo ouvidas e equipes trabalham para identificar e localizar os envolvidos no crime”.
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